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Conectividade e Cloud Computing: você sabe a diferença?

    Apesar de ser um conceito mais recente, o cloud computing é bastante ilustrativo para entender o funcionamento sistêmico da conectividade, a partir do qual os dispositivos, em conjunto, oferecem muito mais possibilidades que operando isoladamente.

    Numa situação hipotética, visualize-se no desafio de ter a própria unidade local de armazenamento, com inúmeros petabytes (1024 terabytes) e exabytes (1024 petabytes) de espaço disponível. Além de caro, esse é um tipo de tecnologia difícil de se desenvolver, cujos custos envolvem não só os equipamentos em si, mas sua manutenção e operação, entre outros.

    No entanto, tudo fica muito mais simples se houver diversos dispositivos conectados em rede, cada um contribuindo com uma parte desse armazenamento. Neste caso, temos um data center, uma alternativa que, antes da nuvem, era muito utilizada por empresas que detinham uma grande quantidade de informações e as armazenavam localmente, muitas vezes, dentro das próprias sedes.

    No cloud computing, o conceito de um data center é, de certa forma, expandido. Noutras palavras, a quantidade de equipamentos conectados é muito maior – tão maior que é possível atender vários usuários, normalmente empresas, de uma só vez.

    Consequentemente, companhias que já investiam nesse tipo de tecnologia para viabilizar seus próprios serviços, como Google, Amazon e Microsoft, passam a oferecer parte dessa infraestrutura para terceiros, se especializando nesse mercado.

    Mas como a nuvem explica a conectividade?

    Muito embora sejam mercadologicamente diferentes, conectividade, internet e cloud são parte de um conjunto só, tecnicamente falando. Isto porque, em essência, todos os três conceitos dizem respeito à transferência massiva de dados entre dispositivos.

    Nesse sentido, a nuvem pode ser compreendida como um desdobramento da conectividade. Ou seja, uma infraestrutura maior e mais pulverizada, formada a partir de múltiplos data centers, bem como outros dispositivos, interligados.

    A partir desse funcionamento em conjunto, a nuvem possibilita outras atividades além da mera comunicação e transferência de informações. 

    As ferramentas de colaboração e produtividade, por exemplo, seriam completamente inviáveis sem um conjunto de equipamentos que, além de garantir o processamento dos softwares que compõem essas plataformas, interligasse todos os seus usuários.

    Por sua vez, sem as soluções de conectividade, esses equipamentos jamais poderiam operar em conjunto, especialmente de forma harmônica.

    Tipos e estruturas de rede e conectividade

    De um modo geral, as soluções de conectividade são aplicações que viabilizam a rede. E uma rede é a reunião de diferentes equipamentos que, interligados, realizam o compartilhamento de dados e informações. O trabalho presencial exige uma rede local, que comunica o parque tecnológico da empresa entre si e com a internet, que é externa.

    Já num modelo de home officea rede local se limita à casa do colaborador. Essa, portanto, irá primeiro se comunicar com a internet e, em seguida, fazer contato com a infraestrutura local da empresa. E esta interação pode ser mediada por inúmeros agentes, inclusive barreiras de segurança.

    A seguir, conheça mais sobre os principais tipos de redes. É possível que o trecho esclareça algumas nomenclaturas com as quais você já pode ter se deparado:

    • LAN

    As Local Area Networks, ou redes locais, em português, são estruturas que permitem a interligação dos computadores que fazem parte do parque tecnológico de um escritório. Portanto, dispositivos que ocupam o mesmo espaço físico. Sendo assim, não é aplicável ao trabalho remoto.

    • MAN

    A sigla se refere a Metropolitan Area Network (Rede Metropolitana) que, basicamente, trata de conectar computadores que estejam localizados dentro de um determinado raio de quilômetros.

    • WAN 

    Wide Area Network (ou Rede de Longa Distância, em português) é capaz de atender uma área maior do que a MAN. Em vez de quilômetros, é possível abranger um país inteiro ou ultrapassar continentes.

    • WLAN

    Trata-se de uma rede local, porém sem o uso de cabos. No entanto, apenas os dispositivos existentes em um mesmo local físico podem ser conectados à essa rede.

    • WMAN

    É a versão wireless da Rede Metropolitana (MAN), mas com um grande alcance, podendo chegar a dezenas de quilômetros.

    • WWAN

    A Rede de Longa Distância também tem a sua versão sem fio. Dessa forma, seu alcance é maior e não tem limites territoriais.

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